A Psicologia Analítica, também conhecida como Psicologia Junguiana, é uma prática da Psicologia, iniciada por Carl Gustav Jung. É uma obra grande e têm raízes profundas, a qual se distingue da Psicanálise iniciada por Freud, por uma noção mais ampla da libido e pela introdução dos conceitos de Inconsciente Coletivo, Sincronicidade e Individuação.
A psicologia analítica foi desenvolvida com base na experiência psiquiátrica de Jung, nos estudos de Freud e no amplo conhecimento que Jung tinha das tradições da alquimia, da mitologia e do estudo da história das religiões.
Em seu percurso, Jung buscou lastros para suas idéias nos povos primitivos da Ásia, África e Índios. Aproximou-se da filosofia e das religiões orientais, conheceu e estudou o I Ching e encontrou ressonância nos simbolismos destas culturas e na compreensão do desenvolvimento humano.
Jung foi sujeito de suas próprias experiências no que se refere à investigação do inconsciente. Tudo o que ocorria com ele, incluindo os sonhos, fantasias, intuições era uma fonte de pesquisa e análise, o que para a maioria das pessoas passaria despercebido.
Homem extremamente intuitivo, sempre se interessou pelos fenômenos psíquicos.
Introduziu uma nova maneira de praticar a psicologia clínica, uma nova visão de mundo e do homem. Salientava sempre que tinha oportunidade que o homem deveria ser visto por inteiro, ou seja, como um todo; pertencente a uma comunidade e não poderia ser visto dissociado do seu contexto social, cultural e universal.
